Confira as principais tendências do mercado de Seguros

Nós sempre focamos na importância do planejamento estratégico para o alcance dos objetivos desejados. Mas o planejamento estratégico não é uma coisa engessada. Ele pode e deve ser adaptado ao cenário, principalmente, a cenários inesperados, que exigem mudanças de planos.  

É importante lembrar que a revisão do planejamento estratégico deve ser feita regularmente, independentemente das circunstâncias. E o segundo semestre é o período ideal para essa tarefa. 

A revisão do planejamento estratégico possibilita realizar adequações de percurso, reafirmar as prioridades de cada setor e medir o progresso em direção ao escopo estabelecido. 

 

Como fazer uma revisão de planejamento estratégico eficiente? 

O ponto de partida deve ser a análise do cenário em que a sua Empresa está. A partir daí, é possível identificar novas necessidades e mudanças essenciais a serem feitas.  

Você pode aliar a essa análise pesquisas de mercado, que vão ajudar a entender quais reações esse contexto está provocando no comportamento dos Clientes.  

Essa avaliação pode exigir mudanças nas estratégias usadas até o momento, como, por exemplo, modelos de trabalho, reformulações da equipe comercial, implantações de novas tecnologias, entre outras. 

Para isso, é essencial realizar um levantamento dos recursos da Empresa e estudar a possibilidade dessas atualizações. 

 

Fique de olho nas principais tendências 

  • O setor do Seguro vai crescer cada vez mais 

O setor de Seguros poderá atingir mais de 10% de crescimento neste ano, em relação a 2021. Isso é o que informa a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). 

E, nas projeções para 2023, o volume de Seguro tem previsão de crescimento de 10,6% em um cenário otimista.  

 

  • Segurança digital será uma prioridade 

De acordo com a CNseg, a atenção do setor para os riscos do ambiente digital e os modelos de negócios, que apoiam gestores para prevenir esses riscos, crescerão cada vez mais.  

 

  • O setor de Capitalização crescerá ainda mais 

De acordo com a FenaCap (Federação Nacional de Capitalização), o segmento de Capitalização, que no biênio de 2020/21 movimentou mais de R$40,2 bilhões entre resgates e sorteios, fechará o ano com um saldo ainda maior. Produtos que possuem sorteios, como o Bilhete Premiável CAPEMISA, podem seguir em alta. 

 

  • Diminuição da burocracia  

O senso comum diz que adquirir uma Apólice de Seguro é uma tarefa burocrática demorada. Esse fator acaba sendo uma barreira para os consumidores que desejam se assegurar contra imprevistos.  

É por isso que o movimento de digitalização e desburocratização está ganhando, cada vez mais, espaço no setor, o que torna as contrações e o relacionamento com os Clientes mais fáceis. Além da maior autonomia para cotar e fechar apólices com ferramentas feitas para os Corretores, como as da Central do Corretor CAPEMISA. 

 

  • Mais valorização do Seguro de Vida  

Com a chegada da pandemia e a instabilidade socioeconômica trazida por ela, as pessoas perceberam ainda mais a importância do Seguro de Vida e entenderam que ele não cobre apenas a morte, mas também acidentes e outras eventualidades que ocorrem ao longo da vida. Proteção financeira nunca esteve tão em voga.  

 

  • ESG (Environmental, Social and Governance) 

Em tradução livre, esse termo se refere a questões ambientais, sociais e de governança. E elas mostram que as Empresas devem priorizar outros fatores além do lucro, como cuidar do meio ambiente, ter responsabilidade social e adotar melhores práticas de governança. São poucas Seguradoras que possuem uma história de ter sido criada para gerar recursos para obras sociais, como é o caso da CAPEMISA tem a proteção social no DNA, porque surgiu para dar suporte ao Lar Fabiano de Cristo (projeto reconhecido pela UNESCO). 

 

Novos tempos, novas experiências e muita coisa nova pela frente nesse mercado potencial! Organize-se, fique de olho nas tendências e aproveite as oportunidades. 

Artigos relacionados

O Futuro do bolso e do bem-estar: por que a Educação Financeira deixou de ser apenas sobre dinheiro 

Nas últimas décadas, o debate sobre educação financeira ganhou as redes sociais, as livrarias e os balcões de investimentos. Fomos inundados por planilhas, aplicativos de controle de gastos e a eterna promessa de que a liberdade financeira está a apenas alguns cortes de supérfluos de distância.  Mas precisamos falar sobre o que acontece quando a teoria encontra a realidade real.  A verdadeira educação financeira não se resume a poupar o que sobra no final do mês. Ela trata, fundamentalmente, de gestão de riscos e proteção de patrimônio. O grande erro do planejamento tradicional é focar exclusivamente no cenário ideal, onde tudo dá certo, e ignorar o imprevisto.  A Cultura do “Comigo Não Acontece”  No Brasil, ainda enfrentamos uma barreira cultural complexa. Falar sobre imprevistos, invalidez ou ausência precoce é visto por muitos como um tabu. No entanto, a falta de conversas difíceis sobre o futuro é o que costuma desestruturar o presente de milhares de famílias. Pensar em proteção não é atrair o azar; é garantir a continuidade dos sonhos de

Leia o artigo completo
Sem mais posts para mostrar

O Futuro do bolso e do bem-estar: por que a Educação Financeira deixou de ser apenas sobre dinheiro 

Nas últimas décadas, o debate sobre educação financeira ganhou as redes sociais, as livrarias e os balcões de investimentos. Fomos inundados por planilhas, aplicativos de controle de gastos e a eterna promessa de que a liberdade financeira está a apenas alguns cortes de supérfluos de distância.  Mas precisamos falar sobre o que acontece quando a teoria encontra a realidade real.  A verdadeira educação financeira não se resume a poupar o que sobra no final do mês. Ela trata, fundamentalmente, de gestão de riscos e proteção de patrimônio. O grande erro do planejamento tradicional é focar exclusivamente no cenário ideal, onde tudo dá certo, e ignorar o imprevisto.  A Cultura do “Comigo Não Acontece”  No Brasil, ainda enfrentamos uma barreira cultural complexa. Falar sobre imprevistos, invalidez ou ausência precoce é visto por muitos como um tabu. No entanto, a falta de conversas difíceis sobre o futuro é o que costuma desestruturar o presente de milhares de famílias. Pensar em proteção não é atrair o azar; é garantir a continuidade dos sonhos de

Leia o artigo completo
Sem mais posts para mostrar