CAPEMISA e IPP Brasil: juntos pela inclusão no esporte

As Paralimpíadas de Tóquio  estão chegando. O evento acontecerá entre os dias 24 de agosto e 5 de setembro, e o Brasil se destaca em número de participantes. A equipe brasileira reúne 253 integrantes, incluindo guias, calheiros, goleiros e timoneiros, os quais darão apoio aos atletas paralímpicos durante as competições. 

 Esta é a segunda maior equipe do país na história do evento, superada apenas pela edição de 2016, que aconteceu aqui, no Rio de Janeiro. E o Brasil vai marcar presença em 20 das 22 modalidades, sendo o atletismo o esporte com maior representação brasileira, tendo confirmados 64 nomes. 

 A participação desses integrantes não seria possível sem iniciativas como a do Instituto de Paradesporto, o IPP Brasil, que tem como objetivo desenvolver as habilidades das pessoas com deficiência em suas diversas vocações e que, em 2012, conseguiu ampliar a sua área de atuação com a criação da Unilehu – Universidade Livre para a Eficiência Humana, que ajuda os atletas a serem inseridos no mercado de trabalho, após as suas carreiras no esporte. 

 Nós acreditamos que o esporte é uma importante ferramenta de inclusão social e estamos realizados em poder contribuir com os esforços dos nossos atletas, apoiando o paraesporte, a fim de que continue ganhando força e revelando talentos. 

 Atualmente, podemos contribuir com a carreira de quatro atletas, que recebem apoio para treinamento e desenvolvimento profissional: Paulo Douglas (arremesso de peso e lançamento de disco e dardo), Pedro Neves (salto a distância, arremesso de peso e lançamento de dardo e parataekwondo), Emanoel Victor Souza de Oliveira (lançamento de disco) e Tuany Barbosa (arremesso de peso), os quais estão indo para Tóquio.  

 E é claro que nossas expectativas são ainda maiores! Vamos trabalhar ativamente para continuar com iniciativas como a do IPP Brasil, que são tão importantes para transformar positivamente a sociedade em que vivemos.  

 Juntos somos mais fortes. 🧡

Artigos relacionados

O Futuro do bolso e do bem-estar: por que a Educação Financeira deixou de ser apenas sobre dinheiro 

Nas últimas décadas, o debate sobre educação financeira ganhou as redes sociais, as livrarias e os balcões de investimentos. Fomos inundados por planilhas, aplicativos de controle de gastos e a eterna promessa de que a liberdade financeira está a apenas alguns cortes de supérfluos de distância.  Mas precisamos falar sobre o que acontece quando a teoria encontra a realidade real.  A verdadeira educação financeira não se resume a poupar o que sobra no final do mês. Ela trata, fundamentalmente, de gestão de riscos e proteção de patrimônio. O grande erro do planejamento tradicional é focar exclusivamente no cenário ideal, onde tudo dá certo, e ignorar o imprevisto.  A Cultura do “Comigo Não Acontece”  No Brasil, ainda enfrentamos uma barreira cultural complexa. Falar sobre imprevistos, invalidez ou ausência precoce é visto por muitos como um tabu. No entanto, a falta de conversas difíceis sobre o futuro é o que costuma desestruturar o presente de milhares de famílias. Pensar em proteção não é atrair o azar; é garantir a continuidade dos sonhos de

Leia o artigo completo
Sem mais posts para mostrar

O Futuro do bolso e do bem-estar: por que a Educação Financeira deixou de ser apenas sobre dinheiro 

Nas últimas décadas, o debate sobre educação financeira ganhou as redes sociais, as livrarias e os balcões de investimentos. Fomos inundados por planilhas, aplicativos de controle de gastos e a eterna promessa de que a liberdade financeira está a apenas alguns cortes de supérfluos de distância.  Mas precisamos falar sobre o que acontece quando a teoria encontra a realidade real.  A verdadeira educação financeira não se resume a poupar o que sobra no final do mês. Ela trata, fundamentalmente, de gestão de riscos e proteção de patrimônio. O grande erro do planejamento tradicional é focar exclusivamente no cenário ideal, onde tudo dá certo, e ignorar o imprevisto.  A Cultura do “Comigo Não Acontece”  No Brasil, ainda enfrentamos uma barreira cultural complexa. Falar sobre imprevistos, invalidez ou ausência precoce é visto por muitos como um tabu. No entanto, a falta de conversas difíceis sobre o futuro é o que costuma desestruturar o presente de milhares de famílias. Pensar em proteção não é atrair o azar; é garantir a continuidade dos sonhos de

Leia o artigo completo
Sem mais posts para mostrar